- Escultura da Maria Fumaça no barranco em frente à casa do Godô;
- Emília com a boca dentro da panela de arroz que estava sobre o fogão enquanto almoçávamos, frisando que era uma “boquinha nervosa” mesmo, comeu bastante;
- Escavação pra construir a piscina do Godô, de 3 m de diâmetro, com a lama tabatinga que não parava de aparecer e dificultava muito o trabalho que já virara diversão;
- Brincadeiras de esconder em que o mais manjado esconderijo era tbm o preferido: o flamboiant que ficava na rampa de carros da casa do Godô;
- Eu estava perto da Larissa na hora em que ela pisou na casa de abelhas (não marimbondos), fiquei apavorado pq ela começou a gritar e a se bater e eu não sabia o motivo, saimos correndo….foi grave, ela ficou deformada com o rosto todo inchado;
- Idas de trem para MA com Godô, decisão sempre pelo Barrinha, em vez do parador, qdo acertava o horário, baldeando pra litorina;
- Numa viagem voltando pro Rio de ônibus, sozinho, o Dongo me acompanhou até o ponto, entrou no ônibus comigo e não queria sair e não tinha ninguém com coragem de segurá-lo do lado de fora do ônibus, foi complicado;
- E o Carvão? Tbm era bacanão;
- Pode ser que tenha havido outra ou outras, mas a perseguição, de taxi, ao ônibus, foi para MA e, qdo o taxi, já na Dutra, alcançou o ônibus, a vó mandou descer pra fazer sinal e parar o ônibus….eu detestava essas coisas.
- Por falar em ônibus, numa dessas idas, um dia super chuvoso, o ônibus atolado na subida de Rodeio e a vó praguejando e esbravejando….uma vaga lembrança me vem de que ela colocava a culpa em algum de nós;
- Por falar em atoleiro, eu adorava para naquele bar de Rodeio; só não me lembro o porque, mas que eu gostava, gostava muito, talvez alguém dessa época possa esclarecer se havia alguma coisa que eu gostasse de comer lá…posso dizer que eu gostava, também, do chão de cerâmicas pequenas e quadriculadas ou losangulares.
- Um fim de semana sozinho no sítio, ia cair na piscina e acabei não mergulhando - sorte! Uma jararaca estava dentro d’água; se eu tivesse mergulhado….
O Guará veio para ajudar a tirar a bicha da água;
- 15 dias sozinho no sítio com uns 15 anos de idade….15 dias sem tomar banho;
- A ladeira de Rodeio me traz à lembrança o Hospital de Rodeio, nesta mesma via, onde fui pra colocar gesso qdo torci o tornozelo correndo de um touro no centro de MA, numa daquelas festas da cidade….naquele tempo havia boiadas que ficavam soltas pela cidade, assim como cavalos e alguns bodes, galinhas e etc.
Puxa, se ficar aqui, vou virar a noite escrevendo, é muita coisa…..
Até a próxima.
Beijos,
Ricardo
Ricardo: (em que ano se deu isso, não sei; você já devia ter nascido e guardou na lembrança a nossa aventura) : O Bar de Rodeio, também Restaurante ou Pensão de casal português. Ela, Dona Maria, senhora gorduchinha, cabelos lisos e escuros, amarrados em coque, ele, também, forte Senhor. Enquanto este casal esteve à frente do “Bar”, tornou-se Parada Obrigatória, nas idas ou vindas de Morro Azul. Uns pastéis fresquinhos e “gostosos”, coisa de viajantes! Mas o que mais nos aproximou da Pensão da Dona Maria foi sua hospitalidade, ao nos receber e nos abrigar, naquela tarde de tempestade, quando “descíamos” para o Rio e em que nosso pai (Arnaldo) não ousou continuar viagem. Pernoitamos por lá e… foi maravilhoso!!! célia
“Escultura da Maria Fumaça no barranco em frente à casa do Godô”
(Excelente descrição feita pelo Ricardo Feijó)
Quem não lembra???
Primos e primas…
Muitos mal sabem da existência dos outros. Para essa nova geração, segue o parentesco da FAMÍLIA FEIJÓ. Havendo correções ou inclusões, por favor as façam.
Eram 5 irmãos e 3 irmãs:
Godofredo Paulo (Godô ou Cocoroca);
Henrique Pedro (tio Lilique, ou Magro);
Arnaldo (tio Dadau, Gordo ou Barão);
Mário Godofredo (Casquinha ou Laparoto);
Roberto José (Bebeto, ou Médio);
Maria do Carmo;
Maria da Conceição (Quiciça);
Maria de Lurdes (Piúca).
Filiação:
Godofredo – não teve filhos;
Henrique – José e Jorge;
Arnaldo – Paulo, Leda e Célia;
Mário – João Maria, Margarida, Ângela e Mário
Roberto – Márcia;
Maria do Carmo – não teve filhos;
Quiciça – não teve filhos;
Maria de Lurdes – Alice Maria, Elvira (Vivi), Angela, Oswaldo, João,
Carlos e Paulo
José – Ana Tereza, Sônia e Kátia;
Jorge – Fátima e Rita;
Paulo – Patricia, Gabriela, Gustavo e Pedro;
Leda – Guilherme, Flávio e Djamila;
Célia – Ricardo, Eduardo, Adriana e Sérgio;
João Maria – Daniela, João Mariano e Rodrigo;
Margarida – Lucília e Ricardo;
Márcia – Cláudio, Carlos, Giovana e Kátia;
Ângela – (eu não sei, quem souber escreva);
Alice Maria – (eu não sei, quem souber escreva);
Vivi – (eu não sei, quem souber escreva);
Agora… a nova geração (por favor atualizem).
Sônia – Layla e Daphne (12 anos);
Kátia – Rebecca (20 anos);
Fátima – Marco Antônio (17 anos);
Rita – Leonardo (7 anos);
Patrícia – Jessica (1992) e Jamie (1998)
Gabriela – Mel
Gustavo – Gabriel (1998)
Guilherme – André
Flávio – Isabel e Clara
Djamila – Moya
Ricardo – Priscila
Eduardo – Não
Adriana – Vicky e Brenda
Sérgio – Thereza e Heitor
Daniela – ???
João Mariano – ???
Rodrigo – ???
Cláudio – ???
Carlos – Carolina, Juliana e Felipe
Giovana – Não
Kátia – Não
São todos primos, com suas recordações de Morro Azul e os mais recentes FEIJÓ’s.
JÁ EXISTE OUTRA GERAÇÃO??????
Abraços, Rita Feijó
Da nova geração…
Patrícia – Jessica e Jamie
Depois que terminarem de adicionar os nomes, me proponho a fazer da lista uma árvore…
Gustavo,
Adorei a idéia da “árvore”.
Acho que vai ficar muito legal.
Gostei também de colocar o ano do nascimento dos mais recentes Feijó’s.
Para ficar padronizado aí vai…
Sônia – Layla e Daphne (1998);
Kátia – Rebecca (1990);
Fátima – Marco Antônio (1993);
Rita – Leonardo (2003);
Bjs, Rita.
Bom quero manter contato pois tenho tentado buscar a origem da família Feijó, e logicamente tentar descobrir novos e queridos parentes.
Gostaria muito de saber da origem de nossa família, onde surgiu, como tudo foi criado.