A Granja ainda não havia sido recomprada.
Ficávamos no sítio do Godô (que é um capítulo à parte!)
Quando muito criança fui uma vez com a vó, Guilherme e acho que Flávio e Ricardo, numa casa logo à esquerda no começo da R. dos Velhacos (considerando o começo perto do que veio a ser a ’adega’).
o morador -não lembro quem – nos atendeu.
Fomos para um tipo de galpão meio sombrio.
o tal sujeito disse que guardava ali as cobras que encontrava na propriedade.
informou logo a seguir, para nosso pavor, que uma jararaca havia sumido.
Lembro que a vó então se despediu da ‘cordial’ acolhida, encerrando a visita ali mesmo.
Caímos fora rapidinho !!! rs rs
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Aqui vão algumas lembranças dispersas que serão organizadas:
- Sítio do godô:
Laguinho: tilápias e… um jacaré!!!
- a dentadura do zé caindo na piscina e o ‘mutirão subaquático’ para encontrá-la
- vó dinah e as mordidas de marimbondo no quarto novo na casa do Godô
- vô Arnaldo não conseguia calçar as botas em mim e no Guilherme e a vó – com sua conhecida determinação – veio ‘resolver’ a parada.
- Larissa descendo o pasto em frente perseguida por marimbondos, os ‘cinzeiros’ de lama, o trem passando, o fim do trem, a ‘inauguração’ da estrada nova.
Minha viagem de volta para o Rio com Guilherme e Godô (godô anotava literalmente tudo o que gastava num pequeno bloco de papel).
Gobô, seu ‘citrovit’ e as injeções na barriga.
Tio Bebeto: ‘Índio velho cansado de guerra’ !!!
Os doces de leite do Zezinho.
Pão tatu com manteiga irerê – nunca comi pão e manteiga tão bons!!!
Granja:
- cobra cipó no caminho da mina Bapo acertou um ou dois tiros e Guará veio ‘matar a pau’, ou melhor, enxada.
- jararaca na varanda com Luíza e Gabi. A segunda cobra que matei na vida (e a primeira de fato perigosa, que partiu furiosa para cima de mim), tendo aprendido com mestre Guaraci a arte de matar cobras munido de um bambu.
- Ilara, a égua que ‘pulava’ o carnaval.
- A ‘indomável’ Alfa-Giulia!!! mandava patadas em quem viesse pela frente e coices em quem chegasse por trás. Ô sujeita-égua intratável.
- Lotus: o pangaré assassino (mordeu no mesmo dia a mim e ao Flávio. Perseguia quem soprava seu focinho. Quando encurralado para ser pego mandava seu tradicional coice duplo que uma vez quase decaptou o Guilherme no cercadinho perto da alfavaca).
- Os chás de alfavaca contra tosse. ibitipoca tem uma alfavaca filha da de MA.
- A ‘descoberta’ da Colônia do CityBank! Viva! Um monte de muié!!! rs rs
- E, como poderia me esquecer: Dongo, o melhor vira-lata do mundo!!!
- Como poderia me esquecer 2 – Emíllia, a jegue que se nutria de pães, bolos, calcinhas do varal, panos de prato. Que chegava correndo quando a ‘evocávamos’: “Emíiiiiiliiiiaaa !!!”. Vinha direto na nossa mão para vermos se tínhamos algum quitute (ou o que ela entendesse por quitute) para dar a ela. E se não o tivéssemos, já lascava uma mordida de ‘boas-vindas’. Que deitava na frente do carro quando ‘percebia’ que íamos voltar para o Rio.
E Flavinho, ‘cavaleiro’ (ou jegueiro) intrépido no dorso da emília, descendo ribanceira abaixo atra´s da casa de cima, ou com o dedo preso a um barbante amarrado no pescoço de Emília, sendo arrastado em frente ao ‘clube’ de MA.
E de quebra:
Guarapari:
-Vó Dinah com os netos ao perder o ônibus na rodoviária do Rio, pega rapidamente um táxi com a molecada e manda para o motorista a frase clássica: “Siga aquele ôniubus!” rs rs
Eduardo